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sábado, 26 de março de 2011

O VILÃO DA HISTÓRIA.....



Estas duas últimas semanas foram super certinhas. Não saí da dieta, fiz minhas atividades todos os dias,e tinha me prometido que não ia subir numa balança. Mas, né, a pessoa aqui não se aguenta, e qual não foi a minha surpresa ao subir na balança e ver que não tinha emagrecido UM GRAMA!

Fiquei arrasada! Como pode?!!!! Resolvi ligar pro G.O. , procurar na internet, tentar entender o porquê de não emagrecer. Foi aí que veio a luz: estou, desde que a Duda nasceu, tomando uma medicação chamada EQUILID. Conversei com meu GO e ele me disse que o Equilid desacelera o metabolismo absurdamente,e que, tudo isso que eu estava fazendo de atividade física e dieta, era simplesmente para não engordar. COMO ASSIM?!!!!

O Equilid, é um remédio controlado, a base de amido de milho, que estimula a secreção de prolactina, hormônio responsável pela produção de leite. Eu só não entendo até agora porque me foi receitado este, se, o princípio é o mesmo do Plasil - que algumas mães tomam para estimularo leite - e se existem alternativas naturais como o "chá da mamãe" e a tintura de algodoeiro, que vim descobrir depois por uma amiga.

Os médicos nem sabiam se eu teria leite ou não, ninguém me falou dos efeitos colaterias, e, por mais que as pessoas me digam: "Você está exagerando!", não estou me sentindo bem messsssmo com esses 8 kg a mais!

Conversei com o pediatra sobre a possibilidade de retirá-lo - tem que ser gradualmente- e, se o leite diminuir, substituir pelo plasil. Ele disse que nunca tinha visto esse tipo de efeito do Equilid, mas que sim, poderíamos fazer uma transição.

Apesar dos médicos não gostarem muito do que fiz, e entendo, porque sou da área da saúde, mas fui procurar em alguns fóruns de mulheres que estavam amamentando e TODAS, sem exceção, falaram deste efeito do remédio.

Antes do Plasil ,comecei com o chá da mamãe e com a tintura de algodeiro, e, sinceramente, efeito igual, senão melhor ao do Equilid.

No fim, fico sem saber se, a quantidade de leite que eu estou  produzindo é devida ao medicamento, ou é da minha natureza mesmo.

O que eu não quero é prejudicar a minha pequena. Quero sim, continuar amamentando até os 6/7 meses, mas também quero deixar de ter a sensação que por hora, sou somente a mãe da Duda. Quero ter a sensação LIBERTADORA de vestir minhas calças, de voltar a ser mulher, esportista, enfim, ter só um pouquinho da Deborah de volta.

Vamos ver se o vilão era o remédio mesmo... Se não for, paciência. Vou curtir esse momento com a Duda, de amamentar, de ser integralmente mãe, e depois, faço um regime combinado com as atividades físicas que, para mim não são esforço, são prazer, para poder perder esses 8 quilos que eu ganhei.

Let's see!

quarta-feira, 9 de março de 2011

MAMIS VAI EMBORA....

Quando a Duda nasceu,minha mãe chegou no outro dia. Na primeira semana foi uma confusão ,pois ainda estávamos no hospital, estavam ela e meus sogros aqui, aquele monte de visitas, enfim, só fui perceber o que era a rotina de estar com um bebê em casa, quando tudo isso se acalmou.

Na semana após o nascimento, depois que meus sogros foram embora, minha empregada ainda estava de férias, então ,ficamos eu e minha mãe na loucura de cozinhar, lavar roupa, passar, cuidar da Duda... Essas coisas de casa, mais ela do que eu, porque eu estava completamente a mercê da nenê. Nesses primeiros dias, ela quase não ficava com a netinha, so entrava no quarto, dava bom dia,olhava, sem querer incomodar.

Minha mãe, bem diferente de mim -rsrs- , é a pessoa mais quietinha e discreta do planeta. Acho que por não querer se intrometer, nem atrapalhar, achou que a melhor forma de ajudar num primeiro momento, era fazer as coisas de casa. Depois de 1 semana nessa rotina, ela quase não tinha interagido com a Duda, e o Fabio me disse: "Escuta, você precisa por sua mãe junto da Duda, porque senão, fica parecendo que ela só está aqui para fazer as coisas de casa!".

Ele saiu do quarto e chorei copiosamente! O que eu estava fazendo? Tão absorta na situação nova, que deixei de lado a pessoa mais importante na minha vida, que "abandonou" a rotina dela lá em Brasília pra ficar comigo e com a única neta, e eu sem sentir, não estava deixando que ela participasse do momento que ela, assim como eu, tanto esperou!

Nesse dia, eu a chamei e perguntei se ela não queria trocar a fralda da Duda. Indescritível o brilho nos olhos da minha mãe, pegando a netinha, conversando com ela, e o mais impressionante, como a Duda correspondeu às palavras, ficando calminha, sem chorar.

Desde então, há 2 meses, a interação das duas tem sido uma coisa maravilhosa. Minha mãe é muito calma,fez curso de shantala, pois fazia um trabalho com crianças em Brasília, nas crises de cólica da neta, era ela quem "salvava a lavoura", pois o único lugar onde a pequena parava de chorar era no colo da vovó. Quando ela termina de mamar durante o dia, é no colo da vovó que ela vai arrotar...

Amanhã, ela, depois de 2 meses convivendo diariamente  - como não convivia há 17 anos (que foi quando saí de casa para fazer faculdade) - , está indo embora para Brasília. Às vezes, pela distância de tanto tempo longe, você se acostuma com a ausência de alguém. Nos falamos todos os dias pelo telefone, somos melhores amigas, ela é minha amiga, confidente, conselheira, mas é tão diferente quando estamos juntas... E eu tinha me esquecido disso, porque as visitas eram sempre tão rápidas por causa de trabalho, que não dava tempo de lembrar como era...

Vai ser difícil sem ela aqui. Não pela ajuda, por ficar com a Duda quando preciso ir a um banco, supermercado, mas pela convivência, pelo carinho, pelas conversas, ou mesmo pelo silêncio quando estamos no mesmo ambiente, mas nem precisamos falar nada uma para outra.

A Duda também vai sentir muito a falta do colinho da vovó, da voz calma e doce rezando a Oração do Anjo da Guarda quando ela está com cólica, agitada ou com os olhões arregalados... Sabemos que não é por muito tempo, que logo ela estará aqui para nos visitar, mas de verdade.... tenho uma invejinha branca de quem tem a mãe morando por perto...

Boa viagem mamis e volta logo! We will miss you!


domingo, 20 de fevereiro de 2011

ENDORFININHA... RS

Depois do meu desabafo de ontem - rsrsrsrs- resolvemos aqui em casa, fazer de todos os domingos, o "dia da endorfina de Debs", Necessário, imprescidível, eu diria! Para o meu bom humor, para diminuir a irritação, o cansaço e para o bem das relações em geral! kkkkkk

Durante a semana, estou passeando com a Duda de carrinho, então, uma caminhadinha mais vigorosa já dá um gás. Vamos ver se a partir desta semana, consigo ir ao Ibira para andar com ela. E o Fabio me "deu" o domingo de presente. Como ele não está correndo, combinamos que domingo vamos cedinho pra parque,ela anda com a pequena, e eu troto.

Ontem, no auge do desespero, mandei um e-mail pro meu GO. O que ele me respondeu foi: você pode trotar, de leve, no máximo 6 km, para não comprometer sua produção de leite, e sempre se hidratando muito bem.

Diante disso, hoje cedo, montamos a operação de guerra. Rs. Tudo tem que ser cronometrado por causa do horário da mamada. Então, levantei às 6 para dar o "café-da-manhã" da pituca.Tinha tirado leite ontem, então, depois da mamada, tomamos café, dei na mamadeira mais uns 90ml de leite meu, pra garantir que ela não teria nenhum surto "psicótico" com o Fabio no meio do Ibira, pegamos a tralha toda, o cão e lá fomos nós!

O dia hoje estava especialmente lindo! Céu azul,solzinho, parque cheio já às 8 da manhã. Quando chegamos no parque, arrumamos a Duda no carrinho, cão na coleira, o Fabio foi caminhando com os dois e eu fui pro meu trotinho.

Esses dias atrás, a Liana, uma amiga minha que também teve bebê, voltou a treinar e me disse que tinha até chorado. Dei risada, mas, acreditem, aconteceu o mesmo comigo. Quando comecei a trotar, meu ritmo sossegado de 5'45"/km, batimento elevando, corpo esquentando, respirando um pouquinho de "liberdade", ouvindo um house no ipod ( e olha que não gosto de correr com ipod, mas hoje era necessário!), meus olhos se encheram de lágrima! Como eu sou movida a endorfina! Meu Deus!

Resultado: trote de 6km, uma outra mulher, mais bem humorada, mais paciente, com outro gás pra levar o dia com a pequena.

Hoje faz cinco anos que estou com o Fabio. E disse pra ele: o maior presente que ele poderia ter me dado foram esses domingos. Essas poucas horas,que pra mim, fazem uma tremenda diferença!

Repito aqui o que escrevi para ele hoje cedo no facebook:

"Hoje faz exatos 5 anos que estou com o homem da minha vida. Nesse tempo,nós tivemos tanta coisa juntos, que fica ate dificil enumerar. Descobri um cara maravilhoso,parceiro,que cuida,por tras de um "muro" que achei que não ia conseguir passar. Foram tantas viagens,baladas, corridas, brigas - pq não?!-,risadas,choros,bebedeiras, "re-apaixonando" varias vezes ao longo desse tempo - pq esse e o segredo de uma relacao duradoura-, que tenho hoje nele,alem de meu marido, meu melhor amigo,meu companheiro,meu amante e pai da coisa preciosa que pudemos ter: a Duda. Obrigada bebeh por fazer parte da minha vida! Love u!"

Como ele mesmo diz pra mim: às vezes é bom você falar o que quer,o que te incomoda. Ninguém,por mais que te conheça, tem uma bola de cristal. Ele não podia "adivinhar" simplesmente a minha angústia. Foi eu por pra fora, que um gesto tão simples, atenuou o problema. Não é tão difícil,não é?!

Estou parecendo criança que ganhou doce pela primeira vez!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

ROTINA...O POST DO DESABAFO...

Há dez dias mais ou menos, li no blog da querida Yara Achôa um post muito bem colocado e escrito sobre como a mudança da rotina a que estamos acostumados afeta nossas vidas.

Antes da Duda nascer, minha rotina era de uma pessoa casada, porém,cujo marido compartilha dos mesmos interesses: academia, corrida, malhamos com o mesmo personal, baladas. Todo mundo me dizia qe com a chegada da Duda as coisas iam ficar muito diferentes. Vou confessar a vocês que, durante alguns meses da gravidez, chegamos a ensaiar fazer uma planilha de quem ia fazer o que e em que dia, pra que tudo se encaixasse perfeitamente. Tanto nos horários de treinos, que no começo não poderíamos fazer mais juntos, como nos de trabalho, visto que trabalho muito longe de casa e dois dias na semana atendo até mais tarde, chegando em casa quase sempre depois das 21h. A academia que malhamos, tem um espaço kids, que carinhosamente chamamos de "chiqueirinho", onde as crianças podem ficar a partir dos 3 meses, por um periodo de até duas horas por dia.

Tudo meio que combinado e a Duda nasceu. Obviamente eu sabia que a rotina ia mudar, mas confesso que acho que não estava muito preparada para isso. Eu sou LITERALMENTE movida a endorfina. Sou extremamente agitada, ansiosa, e descarrego tudo isso nos esportes. Pelo fato de ter feito cesárea, sabia que teria que cumprir a quarentena, mas tinha uma certeza absoluta que depois disso, poderia tentar voltar a uma rotina de esportes que me ajudasse a não "surtar".

Mas aí vem o primeiro ponto: mamadas. São a cada 3 horas. Cada uma dura de 35 a 40 minutos. Depois você troca a fralda, põe numa cadeirinha,mas nem sempre, sua filha vai querer dormir.Rs. Ela já está numa fase que quer "conversar", quer atenção, se irrita se você a deixa sozinha. Ou seja, demanda um tempo muito maior que os 60 minutos que você contou no relógio, e, definitivamente, você não vai conseguir sair pra dar uma caminhadinha ou uma corridinha.

Um dia você vai, no outro não. Num dia ela chora, no outro também. Segunda coisa: enquanto isso, a rotina das pessoas à sua volta não muda. Por mais que o marido seja companheiro, como o meu , é a sua rotina, mãe, que vai virar de pernas pro ar. É a falta de tempo pra caminhar, pra fazer a unha, pra ir a um médico, às vezes até para tomar banho que é afetada. São as pequenas coisas que você estava acostumada a fazer, naquele dia,naquele horário, e que, de repente, não há mais espaço para elas.

Sei que é uma fase, que vai passar, como todo mundo que tem filho me diz. mas, para alguém que estava acostumada com a vida tão regradinha como a minha, não tem sido fácil.

E pra você que ainda não foi mãe, como diz uma amiga minha: "Não se iluda. Isso vai acontecer com você também.". Você vai se irritar, vai chorar, vai se sentir exausta, vai ter a sensação de que as coisas não vão melhorar, mas vão.

Olhando para 1 mês atrás, que foi quando a Duda nasceu, ela não dormia mais de 3 horas seguidas. Hoje, ela já dorme 4h, as vezes 4 1/2h. Hoje, as mamadas já são num tempo menor, o que me dá uns 20 minutinhos a mais de sono a noite. Hoje, ela tem as cólicas. mas graças a Deus, tem sido durante o dia. Claro, demanda uma atenção maior, não posso dormir quando ela dorme (porque ela não dorme rs) , mas também sei que,com 3 meses, tudo isso vai melhorar.

Enfim, diante de tudo isso, faço das palavras da Yara no post dela, as minhas: "...vejo como é muito fácil deixar a rotina engolir a vida.". O negócio é saber que isso é uma fase, e que, daqui a pouco, poderei fazer minha planilha de "revezamento" com o Fabio para voltar a treinar, ir a manicure, fazer as coisas triviais.

Ser mãe é uma doação em todos os sentidos. É maravilhoso. E quando choro, me irrito, olho pro rostinho da minha filha e sinto que tenho que aproveitar cada minutinho deste "cansaço", porque vou ter saudades das caretinhas que ela faz, dos biquinhos na hora de mamar... Optamos por não ter babá justamente porque eu queria aproveitar cada segundo ao lado dela, mesmo sabendo que esta poderia ser uma tarefa mais que desgastante. Hoje, sei reconhecer cada choro, cada careta, cada "espremida", cada gritinho que ela dá. E, sinceramente, isso não tem preço.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A BARRIGA... RSRRSRSRS

Bom, desde o dia que a Duda nasceu, que queria ter feito este post, mas estava faltando um pouquinho de tempo!

Na hora do parto, lembro que a médica disse pro Fabio: "Nossa, é a primeira vez que eu vejo a criança sair e a barriga sumir". Ouvi isso e fiquei tooooda feliz!

Ela me explicou que no dia seguinte poderia inchar, por causa dos pontos, da medicação, enfim, por todo o procedimento cirúrgico.

No outro dia, quando acordei, percebi que, realmente, diferente de todas as amigas que fui visitar pós parto, minha barriga estava pequena mesmo. Claro que eu não queria - quer dizer, achava - que minha barriga ia voltar ao tanquinho de antes em 2 dias, mas gente.... o que é essa barriga que fica depois? rsrsrsrsrs

Todo mundo já me disse que volta ao normal. Duas semanas depois, foi ao medico pra tirar os pontos e perguntei: "Então Dr Luciano, quando essa barriga vai voltar ao normal?". Resposta dele: "Deorah, quantos meses ela demorou para ficar do jeito que estava?" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk 8 meses????? Afff!!!

Usei a cinta, mas, palavras do meu medico, da assistente dele e dos medicos do Einstein, a cinta não tem finalidade estética, apenas para você se sentir mais confortável. Bom, com esse calor, não dá pra se sentir confortável com aquele treco! Então, usei por uns 10 dias e desencanei...

Pode ser que vocês vejam a foto e achem que já está ótima, mas, juro, tem algo meio disforme ainda nela. Sei que não tem nem 1 mês ainda... mas como faz com a ansiedade?? E olha que só engordei 8kg...

O médico me liberou para caminhar, mas disse que correr, nem pensar durante a amamentação. Tem o risco de secar o leite - que graças a Deus eu tenho muito!- por causa do esforço. Liberou uma musculação DE LEVE.

Sei lá, mas, caminhar definitivamente não é minha praia. Mas vou ter que me acostumar. Musculação DE LEVE idem. Mas ok, vamos nos acostumar.

Agora sim, estou vendo o que é ser mãe. Renunciar sem pestanejar a coisas que você adora, em detrimento de uma pessoinha que depende muito de você.

Tenho a vida toda para correr, corri na gravidez até 5 semanas antes dela nascer, então, agora, é sem pressa. Trabalhando a cabeça todo dia para não surtar com a abstinência da endorfina!

Aí vai a foto da famigerada com 24 dias pós-parto:


domingo, 6 de fevereiro de 2011

CÓLICAS... ACHAMOS QUE ÍAMOS PASSAR ILESOS...

Antes de ontem foi o dia mais "desesperador" desde que a Duda me fez passar rsrsrs

Eu já ouvido muito falar sobre cólicas em bebês, mas como ela não tinha tido ainda, achamos que íamos escapar desta...

No final do dia, eu estava em casa com a minha mãe, e ela começou com um choro bem diferente do choro de fome. Foi um choro estridente, acompanhado de rosto vermelho, caretas e perninhas se encolhendo até o abdomen. Minha mãe disse: "É cólica". Pegou-a no colo, encostou bem a barriguinha dela contra o seu corpo e começou a conversar bem baixinho com ela. Eu do lado, adivinhem... comecei a chorar. Rs.
Gente, é desesperador você ver uma criaturinha tão pititica se contorcendo de dor e você não poder fazer absolutamente nada! Essa sensação de impotência é horrível!!!

Minha mãe me explicou que no curso de Shantala, elas aprendem que a mãe precisa ficar calma, para transmitir tranquilidadeao bebe. Não pode passar insegurança ou nervosismo, mas credo, é muito difícil.

Depois de uns 15 minutos chorando, o intestino funcionou,e, como num passe de mágica, ela dormiu. Tadinha, acho que relaxou...

Desde então, tenho dado o luftal, que o pediatra passou, e tenho feito umas massagens bem de leve, na barriguinha e na lombar, para poder ajudar...

Sei que até os 3 meses, isso pode piorar um pouco, mas acho que a cada dia vou ficando menos "ansiosa"com a dor dela....

Eita, mãe de primeira viagem, não é fácil não! kkkkkkkkkkkkkkk

sábado, 24 de julho de 2010

PERFEITINHA!!!!!!



Noite passada foi simplesmente em claro! Não tem como uma  mãe que vai fazer o primeiro morfológico não ficar ansiosa. E eu estava muito. Acordamos bem cedo pra ir pra USP correr, mas já acordei chorando ( mas é um chooooooooooooooooooooooooororô que não me pertence! rs), falei pro Fábio que estava ansiosa e com aquelas preocupações naturais: se está desenvolvendo normal, se tem algum probleminha, com o resultado da transluscência nucal, enfim...

Chegamos no Fleury ao meio-dia e dessa vez, levei a máquina fotográfica para filmar, porque no primeiro, achava que o som do coração saía no DVD, mas não sai! Pedi pro Fábio filmar os momentos mais importantes do US. Rsrsrsrsrsrsrs. Dou risada porque, o Fabio é bem tímido pra algumas coisas. Então, perguntei pra médica se podíamos filmar, porque ele me disse: "meu amorzinho, vai que não pode.. não vou pagar esse mico!"kkkkkkkkkkk Que mico o que! já falei com a médica e fiz mesmo ele ficar segurando a máquina nas horas mais importantes! rs Foi aí que saiu esse vídeo.

Quando a médica colocou o US na barriga logo apareceu a Rafinha! Gente, que sensação mais maravilhosa! Vendo as perninhas e as mãozinhas mexendo!! Ela não parava de mexer um minuto! Cruzava as pernas, passava a mão no rosto, dava "tchauzinho", e claro, a mãe mais chorona do planeta, caiu no choro! Logo a médica foi fazendo as medidas, viu o nariz ( perfeito!) ,fez a transluscência (tudo certo!), e inclusive já nos deu a certeza que é mesmo uma menina! Ela explicou que como o tubinho do órgão genital está bem retinho, as chances de ser uma menina são enormes. E como eu já fiz o DNA fetal, então não tem mais dúvida!

Minha florzinha já tem carinha de bebezinho, está medindo 5,82 mm, com 160 bpm, pesando 54 gramas! Um feijãozinho! Rs. A TN mediu 0,9 mm, e com o ossinho do nariz presente, está tudo certíssimo!!!


Saí de lá me sentindo mais feliz e grávida do que nunca!