terça-feira, 5 de outubro de 2010

SELINHO "MAMÃE SAUDÁVEL"



Ganhei esse selinho da Ju ( http://gravidaebipolar.blogspot.com/ ), e, plagiando o texto dela, isso me trouxe "algumas lições de casa; além de indicar quatro amigas grávidas para postarem o selinho, preciso dizer quais atitudes tenho tomado em relação à minha saúde e à saúde do bebê e postar uma foto da barriga, recente."

Primeiro, queria agradecer à Ju por ter se lembrado de mim! Rs. Juro que tento ser o mais saudável possível, mesmo, porque, estou na fase menos egoísta da minha vida, pensando demais no bem-estar e na saúde da minha pequena!

ATITUDES PARA UMA VIDA MAIS SAUDÁVEL

Eu já praticava esporte, principalmente a corrida, há 8 anos antes de engravidar. Como meu médico não me proibiu, só me pediu pra diminuir o ritmo, continuo correndo, mas agora só pra manter o condicionamento e pra "arejar" a cabeça, porque,infelizmente, os níveis  de stress e agitação são coisas que ainda não consegui controlar, apenas fazendo uma boa meditação. Rs.

Além da corrida, continuo fazendo musculação e nadando duas vezes por semana. Isso tudo, tem sido muito importante, pra que eu não fique o tipo de grávida que eu nunca quis ser: preguiçosa. Se eu tivesse parado todas as atividades, com certeza, teria posto o Fabio completamente maluco e nem eu mesma estaria me aguentando. Então, graças aos exercícios, não tenho tido nada de indisposição, nem preguiça, nem sono - que é tão comum às grávidas. Aliás, como dizem algumas amigas, não tenho nem barriga com 22 semanas de gestação (kkkkkkkkkkkkkkkkkkk), apesar de achar que já estou sim, bem barrigudinha! Rs.

Aos quase cinco meses e meio, engordei 4,5 kg,tudo dentro do previsto! Mês passado , na verdade, foi o que engordei mais (3kg rrsrssrsr) , mas de puríssima "sem-vergonhice"! rsrsrsrsrsrsrsrrss

A CABEÇA

Incrível ou não, mas depois que fiquei grávida, tenho trabalhado dez vezes mais do que trabalhava antes de engravidar. Como minha profissão exige um loooongo período sentada, as dores nas costas (mesmo não tendo barriga) e o inchaço nas pernas, têm sido inevitáveis, mas tenho tratado isso com Florais Brasileiros. Já antes de engravidar, eu me tratava com florais, mas na gravidez, tenho sentido mesmo, os benefícios desse tipo de terapêutica. Não só no corpo, mas principalmente, na mente, controlando a ansiedade e a agitação. Além disso, drenagem duas vezes por semana. É o momento de relaxar e saio bem renovada, porque depois de um dia trabalhando 12 horas, vocês podem imaginar como ficam as pernas e a cabeça,ne?!

DUDA SAUDÁVEL

Muitas, mas muitas pessoas mesmo, me perguntam se a quantidade de exercícios que faço,não está afetando o desenvolvimento da Duda. Para vocês terem uma idéia, no último US, ela estava 4 cm acima da média para esta semana de gestação e com o peso perfeitamente normal. Não faço regime, mas sigo as orientações da minha nutricionista. Ela montou uma dieta especial pra este período. Não cortei carboidratos,como muitas verduras, frutas, iogurte,enfim, procuro manter a alimentação que tinha antes, mas agora,focando mais em proteínas e alimentos com cálcio, pro bom desenvolvimento da minha filhota. Se não tenho vontades?! TENHO!  E não deixo de saciá-las! rs Por exemplo: eu AMO pamonha. Minha mãe sempre traz pra mim quando vem pra cá. E eu como messssssmo! rs Doces?! Estou procurando controlar um pouco, mas tem dias, que realmente fica difícil...rs

E o diferente da gravidez, é a fome na madrugada.. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkntão, não tem jeito: invariavelmente, umas 2 ou 3 da manhã, lá estou eu na cozinha comendo uma uvinha, tomando um iogurte, ou, como ,ontem, comendo queijo com geleia! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk




22 SEMANAS- FAZENDO O QUE EU ADORO: CORRER

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

CORRIDA X GRAVIDEZ - RUNNERS WORLD

SHOW DEMAIS A REPORTAGEM SOBRE GRAVIDEZ X CORRIDA. A ÍNTEGRA ESTÁ AQUI:


www.runnersworld.com/pregnancy



Great Expectations

Paula Radcliffe and Kara Goucher are cruising through their pregnancies. Learn how they stay fit before, during, and after the most exciting time of their lives.



By Katie McDonald Neitz

Image by Grant Delin

From the October 2010 issue of Runner's World





Has your training changed?



KG: The intensity is so much less. Track sessions now are fun. Instead of doing 8 x 1600, we're doing 200s, or if I am doing mile repeats, they're on an AlterG [antigravity treadmill, which reduces the body weight of the runner]. We're working out twice a day, but it's not like we're going to the well every time. In the morning I'm running an easy 45 minutes to an hour, and in the afternoon I'm just on the elliptical for 30 minutes. I also have access to an underwater treadmill. I think I'm going to be shifting more and more to using that for my second daily workout. That might sound like a lot. But for us, that's scaled back quite a bit. During the first trimester, if I had to put it into mileage, I'd say I was running about 50 miles a week. The fifth month I probably was back up to 75 to 80 miles per week. Now I'm shifting toward running for time and not worrying about mileage. Now it's just more about getting up and running.



PR: I've scaled back mileage-wise about 50 percent. I'm not even adding it up. In terms of intensity, it's hugely scaled back. I'm doing maybe one rep session on the AlterG once a week and then something on the track, but really short, like 150, 200, or 300 meters. I'm not trying to hit times; I'm trying to just run and feel good.



How has your pace changed?



KG: It's hard to tell what our pace is. The last time I did a hard session on the AlterG, I put the weight at 128 pounds (which is still more than I would normally weigh), but I was still able to do a six-mile tempo at 4:55 pace, and it felt so great. The next day when I ran outside, I was running only 7:30s, and that felt really hard. But there are days when I can run under 7:00. It's not this steady decline—I still have great days, but then I also have these amazingly awful days. There's no control over it.



PR: To be honest, it just doesn't matter. I've got no idea about pace.



Are you running by feel?



KG: Yeah, I don't use a heart-rate monitor. I feel like I'm pretty much doing what I can do. I haven't ever gotten to a point where I'm gasping for breath. Paula has more experience with heart rate.



PR: The first pregnancy, I didn't do anything without the heart-rate monitor. I had the beep set to go if I went over a certain amount. I was really focused on that, but this time around I'm more relaxed. Sometimes I will just go out for a run and I can gauge by my breathing whether I'm working too hard, whether I need to back off. But I still wear the monitor if I'm on the treadmill or the track.



Are you enjoying the pressure-free training?



PR: It's different. There are some times I think, Well, it doesn't matter if I'm running slow, or if it's a run that's not measured. I'm taking the opportunity to explore new trails. So it's nice to have that side of it, and to have the pressure not there. It's good for your body to have a break. It's a way to recharge. At the same time, because we're so used to being in control of our bodies and being able to push them to perform, it's kind of frustrating. Like, Oh God, I just don't want someone to see me running so slow. The last time I was pregnant, I missed being able to just go out and run hard and that feeling of really pushing your body.



KG: There are days when I appreciate that I'm running just because I love it. And then there are days where I'm running so slow. But it's good. In our sport, we don't take a break. There's always an other race, there's always something to be reaching for and another goal. So this really forces us to just take a break from it all. Watching the spring marathons was tough though—we were both itching.

DUDA COM 20 SEMANAS!!



Mãe é muito boba mesmo,né?! Rs. Estou aprendendo isso a cada dia que passa. Há 2 semanas fomos fazer outro US morfológico, dessa vez para ver todos os órgãos, se estava tudo certinho, e nessa foto eu tenho certeza que ela está dando uma risadinha! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk E a pose das mãos?! rsrsrsrsrsrsrssrs

Vai ser muito simpática essa minha filha! Rs. Foi a coisa mais difícil conseguir tirar essa foto, porque ela estava muito agitada, mexendo pra caramba, quase não parava com as mãos e as pernas!

Engraçado, que essa semana é que consegui começar a sentir os primeiros movimentos dela. Como disse uma amiga minha, é uma sensação de "borboletas na barriga". O Fábio ainda não consegue sentir , e fica falando pra ela: " Duda, mexe pro papai..." Ela até mexe, mas ele não sente ainda. Além do mais, como dizem algumas amigas minhas, estou dando o golpe da barriga ao contrário, então, como ela ainda não explodiu - rsrsrss- ainda fica difícil dele sentir.

O mais engraçado, querem saber?! A primeira vez que senti a Duda mexer, foi durante a corrida, essa semana. Estava treinando, conversando com ela, como sempre, e senti aquele "tremelique". Primeiro, de verdade, pensei : " Vixi, gases?" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Mas depois, percebi que era uma coisa diferente. E quanto mais eu corria e falava com ela, mais eu sentia esses tremeliques... Sei não, mas acho que ela será uma pequena grande corredora também!

Ainda não me sinto tãããão desconfortável pra correr, o problema são só os pit stops que tenho que fazer a cada 3 ou 4 km pra ir ao banheiro. Rsrsrsrsrsrs.

Vejam o tamanho das pernocas da pequena!!! rsrsrsrsrssrs E os pés de corredora?! rsrsrssrsrsr  #mãecoruja


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

COISAS BOAS QUE A CORRIDA ME TROUXE...

Hoje no trânsito, estava pensando em toooodas as coisas boas que a corrida me trouxe... Mas foi tanta coisa, que não sei se consigo enumerar:


  • Auto-estima
  • Amigos incríveis - apesar de muitos acharem que a corrida é um esporte individual, já pude constatar ao longo desses 6 anos que corro, que é um esporte que agrega e reúne pessoas tão diferentes e com um único objetivo em comum.
  • O Fábio
  • A sensação de superação constante
  • A sensação de liberdade, de poder pegar meu tênis e sair correndo
  • Injeções de endorfina, que acabam com qualquer cansaço ou mau-humor
  • É a hora que,por incrível que pareça, mais consigo conversar com a Duda
  • O dia rende 10 vezes mais!
  • E por que não a delícia de competir?! Não competir com os outros, mas consigo mesmo!
Algumas pessoas têm me questionado bastante o fato de eu ainda 
continuar correndo, mesmo estando na 19 semana de gestação. Pois vou confessar a vocês , que tenho certeza que tem sido ela a responsável por me deixar bem, tranquila, tendo uma gravidez como poucas amigas minhas tiveram: sem ficar com jeito de doente, sem disposição pra nada, como se a vida tivesse "acabado". 

Obviamente corro sob orientação do meu médico, sempre com muita segurança, controlando pelos batimentos cardíacos. Agora, que a Duda está mais "pesadinha", tive que diminuir um pouco meu ritmo, mas a sensação pós 10 km , é maravilhosa e tenho certeza que faz muito bem pra minha "bichinha". 

Desafio Castelhanos - 24 km
Revezamento Ilhabela

Ilhabela
Twittersrun!

Primeira Meia Maratona - Emoção

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O BOSQUE

Ontem, recebi de um amigo, num comentário do meu último post, o link para este texto, que acho que TODOS que são ou pretendem ser pais, deveriam ler. Obrigada Cassio, pelo texto maravilhoso e pelas palavras de carinho.



"Tempos atrás, eu era vizinho de um médico cujo "hobby" era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias. O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava.


Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer. 
Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava.



Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria. Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima. Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo.

Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries. 
Disse-me ainda que freqüentemente dava uma palmadinha nas suas árvores, com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas. Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho. Logo depois, fui morar em outro país e nunca mais o encontrei. 

Vários anos depois, ao retornar do exterior, fui dar uma olhada na minha antiga residência. 
Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes. Meu antigo vizinho havia realizado seu sonho! O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno. Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda. Que efeito curioso, pensei eu...
 
As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto o tratamento mais fácil jamais conseguiriam. 
Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos. Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido. Frequentemente, oro por eles. Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis:

"Meu Deus, livre meus filhos de todas as dificuldades e agressões desse mundo"...



Tenho pensado, entretanto, que é hora de alterar minhas orações.
Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos.


Sei que eles encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram, têm sido ingênuas demais.
Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar.
Portanto, pretendo mudar minhas orações.

Farei isso porque, quer nós queiramos ou não, a vida é não é muito fácil. Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos locais mais remotos. 

Oramos demais para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolver raízes fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente, ao invés de sermos subjugados e varridos para longe." 




Autor desconhecido








segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Duda nasceu de novo,antes mesmo de nascer...

Este sábado, passamos por um susto IMENSO.

Há alguns dias, eu tinha lido no blog de uma amiga, um post que ela fez para a filha dela, explicando o que era o trânsito, e porque ela ficava tão nervosa nele. Como eu sempre pego muito trânsito, todos os dias, sempre procuro explicar pra Duda o que está acontecendo e porque fico tão nervosa, às vezes. Mas no sábado, foi bem diferente.

Fomos a um casamento de dois amigos muito queridos. A festa estava linda, super animada, encontramos pessoas que não víamos há muito tempo, realmente estava muito divertido. Nossa amiga Gisele, esposa do @LucianoSauer, tinha ido conosco, porque ele já está na Costa Rica.

Lá pelas 2:30, resolvemos ir embora, e, como ela e o Fabio tinham bebido um pouquinho, eu voltei dirigindo. Voltamos conversando, dando risada, falando sobre o casamento. Quando chegamos na esquina da Rua Texas com a Monte Alegre, o susto: eu estava bem devagar, porque tinha acabado de virar na rua, e ouvi um grito do Fabio: " Cuidado!".

Do grito, ao barulho estrondoso e à parada do carro a menos de 2 metros de um poste, foram 10 segundos. Dez segundos, que passou um filme na minha cabeça: da Gi, que estava no banco de trás, sem cinto, com uma filha pequena em casa esperando por ela, e o marido na Costa Rica; à Maria Eduarda na minha barriga; aos 5 anos que estou com o Fabio; à minha mãe que está em Brasília...

O carro parou num tranco, olhei pra frente e tinha uma nuvem de fumaça que saiu dos airbags que abriram na hora. O Fabio olhou pra mim, viu que eu não estava machucada e logo desceu do carro para ver em quem tínhamos batido. De dentro do carro, só ouvi uma voz de um menino, dizendo: " Ai meu Deus, eu estava errado,me desculpa, mas eu não tenho carta, meu pai paga tudo! Olha, meu pai vai pagar tudo!".

Pensei no mesmo momento: " Como assim, seu pai paga tudo?! Você nem sabe o que aconteceu ainda, se alguém se machucou, se eu perdi meu bebê.." Enfim... a Gi desceu do carro, e sem nem se preocupar com ela mesma, começou a me acalmar. Só depois,que eu vi, que ela tinha um galo imenso na cabeça, da batida no encosto no banco do motorista.O Fabio só falava pro menino: " Minha esposa está grávida.. grávida de 5 meses.." E o menino, ligava pro pai e depois repetia sem parar que "pagava tudo". Graças a deus, o Fabio se manteve muito calmo. Numa situação normal, não seria assim. Mas acho que a coisa poderia ter ficado muito pior se ele tivesse se exaltado. Depois do susto, ele tomou a frente e resolveu tudo.

Na mesma hora, me veio a história da Cissa Guimarães na cabeça. Que tipo de HOMEM vai ser este, que o pai "PAGA" para que quando ele dirige bêbado e sem habilitação ele quase destrua vida de pessoas que não tem nada a ver com a irresponsabilidade dele? Que tipo de educação este pai deu ao filho, para que ele olhe na cara de uma pessoa e diga: " Desculpa, eu passei direto porque achei que de madrugada não passasse ninguém por aqui?". Que tipo de valores esses pais transmitiram a um menino destes?

Se eu tivesse um pouco mais rápido, o carro dele, uma BMW, teria pego em cheio na minha porta. E se isso tivesse acontecido?! O pai dele pagaria por isso também? Pagaria por duas famílias destruídas pela irresponsabilidade de um moleque?


Graças a Deus, o dano maior foi o material. A Gi, já foi ao hospital, está tudo ótimo. Sem nenhuma sequela maior, a não ser o susto. O Fabio não teve nada,além de uns arranhões no joelho. Eu, tive uma queimadura no braço, por causa do airbag e os dedos dos pés machucados por causa da pisada brusca no freio.

Ontem, fomos ao hospital fazer um US, e lá estava ela, minha "bichinha", sentada, com as pernas cruzadas, em posição de meditação - rs. A médica até comentou: " Bom, ela está se recuperando do susto". Depois, já estava se mexendo toda, braços e pernas, tudo como tem que ser.

Daquela noite, ficou o susto e cada vez mais a certeza de uma coisa que eu sempre disse: "Carpe Diem". Infelizmente, você nunca sabe nem quando e como a jornada por aqui vai terminar . Por isso, aproveite todos os dias da sua vida, ame intensamente, nunca deixe de dizer paras pessoas aquilo que é pra ser dito e nunca deixe para depois o que você pode fazer agora.


















































































































































































quinta-feira, 2 de setembro de 2010

ARRUMAÇÃO DO ARMÁRIO...

Ontem, pus um post no meu facebook, dando um conselho para quem ainda vai engravidar-rs: NÃO DEIXE PARA ARRUMAR SEU ARMÁRIO DEPOIS DO 4 MÊS.

Meu armário estava uma zona, e ontem, como tive a tarde "livre", resolvi por ordem no dito cujo. Tirei tuuuuuuuuuuuuuuuuuuuudo , todas as roupas dos cabides, calças e comecei a arrumar. Qual não foi a minha surpresa, ao perceber que TODAS, absolutamente todas as minhas calças, já não entram mais-rs. Não pela barriga, que ainda não aparece muito, mas não passam mais no quadril.

Pensei com meus botões: "Ok, você já sabia que isso ia acontecer. Pensa numa solução barata, bonita, prática, pra você se vestir a partir de agora.". Continuando a arrumação, percebi que as blusas também não servem mais-rs. Nem aquelas básicas, Hering, porque já ficam curtas, e ficam parecendo aquelas camisetas de borracheiro, aparecendo metade da barriga - rsrsrsrs. Ok. Vestidos, saias, tudo tudo pro fundo do armário. Só aqueles vestidos mais soltinhos é que vão continuar nos cabides e prateleiras da frente. Resumindo: de um armário cheio de roupas, sobraram , juro, umas 10 peças- incluindo 3 leggings - rsrsrsrs.

Desde antes de engravidar, eu já pensava nessa fase. Você não quer gastar com roupa de grávida ( principalmente se você planeja ter um filho só), as suas não vão te servir, e a moda gestante, gente, me desculpe, mas não dá. Eu até tentei dar uma sapeada , pra ver se tinha alguma coisa bonitinha, mas são só aquelas roupas esquisitas, que, em mim, ficam parecendo um balão.E as lojas que tem alguma coisa mais moderna,são caríssimas! Então, é difícil, porque, por mais que você faça força pra se sentir razoavelmente bonita nesta fase, as roupas não ajudam muito.

Foi aí, que, como sempre, Deus me manda umas coisas muito boas - kkkkkkkkkkkkkkk- uma amiga minha me ligou e disse: "Debs, fiz um limpa aqui no meu armário e acho que você vai gostar de algumas coisas pra essa fase sua agora!". PS: Eu e a Van,desde que nos conhecemos, sempre fizemos isso. Quando uma limpa o armário,liga pra outra pra ver se tem algo que interessa. E qual não foi a minha surpresa ao chegar lá e ver que ela tinha separado vários vestidinhos larguinhos, mas lindos, que você pode por com um cinto, uma coisinha mais moderninha, umas pantalonas daquele tecido bem molinho e umas blusinhas tipo batinhas, mas sem ser aquelas a "cara" de que você está grávida! Já trouxe tudo pra casa, e de 10 peças que tinha, agora tenho roupa acho que pra gravidez inteira! Rs.

Por que falei sobre isso? Porque gente, não vamos ser hipócritas... É maravilhoso saber que você vai ser mãe, que tem uma vida crescendo dentro de você, mas todas essas mudanças que acompanham a gravidez são muito complicadas...

É a barriga que cresce, o quadril que alarga, o rosto que fica redondo, as espinhas que parecem brotar como em rosto de adolescente, e, por mais que você seja uma mulher segura, que se cuida, que não exagera na alimentação, que tenha um marido que te ame (isso é muito importante! rs) e tente - pelo menos - te entender nessa fase, não tem jeito: você vira o oposto de tudo o que sempre foi. Kkkkkkkkkkkkkkkkk . Chorona, insegura, carente,se olha no espelho duzentas vezes pra ver se a roupa caiu bem, passa maquiagem 500 vezes por dia pra esconder as espinhas que aparecem, enfim, são nove meses, como disse bem uma amiga minha, a @cintia_esteves, de TPM constante!